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Notícias - ANIMAIS


 

Lixo já matou mais de mil tartarugas no litoral Norte de SP, de 2016 para cá

Cerca de mil tartarugas foram encontradas mortas na região do Litoral Norte de São Paulo, por conta da ingestão de lixo, no ano de 2016. Este ano, aproximadamente 300 mortes já foram registradas, segundo o Instituto Argonauta, ONG que atua nas áreas de pesquisa e conservação marinha, com sede em Ubatuba.

Sobre o último caso de tartaruga encontrada morta, o biólogo João Alberto Paschoa dos Santos, membro do Conselho Regional de Biologia, explica que as tartarugas ingerem lixo por confundi-lo com seu alimento. “Provavelmente, essa tartaruga se alimentou da bexiga por confundi-la com a água-viva, que é seu alimento natural. O plástico, infelizmente, é também outro tipo de material muito comum nos oceanos e que deixa as tartarugas igualmente confusas, e por isso é uma das principais causas de morte entre elas”, lamenta.

Calcula-se que, por ano, até 8 milhões de toneladas de plástico são jogados no mar no mundo todo. “Se levarmos em conta que o tempo de decomposição do plástico é de aproximadamente 400 anos, com essa poluição se repetindo a cada ano, o homem está causando um estrago praticamente irreversível ao meio ambiente. Se não pararmos já com isso, vamos liquidar de vez com a vida marinha”, alerta o Santos.

Contudo, não é somente o plástico que traz riscos à vida marinha. Veja a seguir uma lista de objetos despejados todos os dias nos mares e seu tempo de decomposição relacionado.

– Papel: de 3 a 6 meses
– Tecido: de 6 meses a 1 ano
– Filtro de cigarro: mais de 5 anos
– Madeira pintada: mais de 13 anos
– Nylon (linha de pesca, por exemplo): mais de 20 anos
– Alumínio (lata de refrigerante, por exemplo): mais de 200 anos
– Plástico (garrafas pet, por exemplo): mais de 400 anos
– Vidro (vasilhames, por exemplo): mais de 1000 anos
– Borracha (pneus, por exemplo): tempo indeterminado

Fonte: Gazeta / ANDA

Data: 10/7/2017 17:21:21

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